19 de setembro de 2014

Conhecendo Lauren Conrad

Em: Inspiração Tags: ,

Se eu pudesse escolher uma única pessoa como a minha maior inspiração de vida, essa pessoa seria Lauren Conrad. Já escrevi um post sobre ela aqui no blog (que agora esta desativado, porque queria reescrevê-lo bem melhor – vide este post), e não me canso de acompanhar essa menina onde quer que ela vá.

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lauren-texto-1Para quem não tem conhecimento algum, a Lauren é uma personalidade da televisão, autora publicada e também designer de roupas, além de blogueira. Ela ficou famosa principalmente por participar de reality shows, começando em 2004 com Laguna Beach e The Hills (o mais famoso), em 2006.  Até 2009, quando saiu oficialmente da televisão, Lauren teve outros projetos, como uma linha de roupas, que logo abandonou para estudar melhor o mercado. Ela trabalhou na Teen Vogue e também na agência de assessoria de um dos maiores nomes do ramo na moda, Kelly Cutrone. Hoje, além de ter muitos livros publicados sob o seu nome, ela tem uma coleção de roupas em parceria da marca Khol’s, um site focado em beleza, além de seu blog pessoal e uma série de outros empreendimentos.

lauren-texto-2Sou suspeita para falar, mas ADORO a Lauren Conrad. Mais do que uma simples ex-participante de reality show, ela refez a sua imagem  - pessoal e profissional – por completo. Mas, mais importante do que isso, ela sempre trabalhou duro para conseguir o reconhecimento que queria, ao invés de sair por aí causando e participando de escândalo atrás de escândalo para ter um  espaço na mídia.

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Ela nunca disse que seria fácil alcançar os seus objetivos, então ela trabalhou MUITO para ir atrás dos sonhos. Mais do que isso, ela soube ter humildade ao ver que não estava no caminho certo, mesmo quando era algo que ela queria muito, como uma linha de roupas. A coleção não vendeu, não deu certo. Ela deu um fim ao projeto e foi estudar melhor o ramo, entender melhor o que faria uma linha desse tipo dar certo. Hoje ela têm três coleções muito bem sucedidas.

Mais importante do que tudo isso, em nenhum momento ela foi contra o que ela acreditava pela fama. Até hoje ela não esteve envolvida em barracos da mídia, nem nenhum tipo de polêmica que poderia prejudicar a sua marca. Porque, sim, o nome dela, hoje em dia, é uma marca. Então, qualquer coisa que afete seu nome também afeta a sua empresa, e isso, senhoras e senhores, chama-se branding.

Quer outro motivo?Em 2010, a MTV ofereceu para fazer um novo reality show sobre a carreira de Lauren, mas a emissora desistiu do projeto quando ela bateu o pé e disse que não queria que sua vida privada também fosse exposta no programa. Quer dizer, ela já tinha passado por uma experiencia assim, sabia que poderia ter efeitos negativos à sua imagem (fora a invasão de privacidade) e manteve a sua posição, mesmo com salários milionários à vista.

Com certeza, ela é um exemplo de foco e determinação!

lauren-texto-3Não é à toa que a Lauren escreveu dois livros sobre o seu estilo, um de moda e outro de beleza. Eu sou simplesmente apaixonada pela forma como ela se veste e se maquia. Adoro o visual mais feminino que ela adota, com muitos vestidos e saias. Ela foi a inspiração que me levou a usar mais essas peças, aliás.

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Acho que ela tem um estilo muito bem definido, com peças que combinam muito bem com o seu biotipo e personalidade. Sempre cores um pouco mais claras, porém coloridas (tipo tons pastel), golas românticas, saias godês, comprimentos curtos e mangas três quartos. Tudo, claro, sempre arrematado por um saltão!

Vocês gostam da Lauren?

Maki

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18 de setembro de 2014

Amo do momento: Óculos redondos

Em: Moda Tags:

Harry Potter? John Lennon? Independente da inspiração, desde o verão passado tenho visto muito os óculos redondos no rosto da ~galera~ e, pouco a pouco, ele foi ganhando o meu coração.

oculos-redondos-1Foto: Pinterest

Eu tenho um rosto um pouco mais arredondado, então, para ser bem sincera, esse é o tipo de ~tendência~ que eu acho linda nos outros e não em mim! Isso porque tenho quase certeza que pareceria um queijo daqueles faixa azul se colocasse um óculos desses no rosto (exageraaaaaada!).

De qualquer maneira, o que eu acho mais legal nesse acessório é que ele tem uma pegada boho muito forte. E entre headbands floridas, kimonos e tatuagens metálicas, o visual de inspiração hippie anda bastante em alta, não é mesmo? Acredito que o óculos escuro de lentes redondas, como os da montagem, tenham um ar bem mais boho que os de grau, que me lembram muito mais o Harry Potter e geeks. Não que, de forma alguma, isso seja algo ruim!

oculos-redondos-2Fotos: Pinterest

O único problema que eu vejo com esse tipo de óculos é quando a lente redonda é muito grande, e ela passa a linha do rosto. Isso eu não gosto de jeito nenhum, a impressão é o que os óculos são grande demais para o rosto da pessoa e a sensação que me passa é de desproporcionalidade.

Fora isso, estou desejando muito um óculos de grau como o da mocinha da foto lá em cima. Vocês curtem?

Maki

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Leitura da semana: Maze Runner, de James Dashner

Em: Cultura, Livros Tags: , , ,

Tinha tempos que eu não lia um livro com protagonista masculino tão bom quanto Maze Runner – Correr ou Morrer, do James Dashner.

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Sinopse: ‘Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam “A Clareira”, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr… correr muito.’

O que eu mais gostei em Maze Runner é que a história inteira soa como uma grande conspiração governamental. Dessas que você sabe que existem, mas nunca conseguiu provar.

O Thomas é um personagem muito legal de acompanhar porque ele é como todo adolescente comum: curioso – e muito!, um pouco atrapalhado e, principalmente, medroso. Isso é interessante porque não é algo que nós vemos com frequência nos protagonistas de livros desse tipo. O tempo todo ele mostra que sente medo, dúvida, que a falta de memória é algo que o incomoda e que, às vezes, ele precisa se fazer de corajoso para conseguir sobreviver.

Mais interessante ainda é a forma como os adolescentes da Clareira se organizaram, como que para montar uma comunidade, que tem todos os seus principais pontos de funcionamento, e em que cada um tem uma função. Ninguém pode ficar sem fazer nada, porque isso desmotiva, tira o senso de propósito. E qual o propósito? Sair da Clareira de volta para o mundo real.

Apesar disso, desse senso de constância que eles têm lá, quando o Thomas chega, algo muda. Principalmente porque no dia seguinte à sua chegada, uma menina aparece na Caixa que leva as próximas ‘vítimas‘ para o centro do Labirinto. Isso desencadeia uma série de acontecimentos que culminam no fim da experiência – como eles logo descobrem.

O livro é muito emocionante e eu me vi nervosa, muitas vezes, enquanto lia. Esperando o que ia acontecer em seguida. Senti, aliás, que a divisão dos capítulos é meramente ilustrativa, porque se não falassem que ali é um capítulo novo, eu nem perceberia, já que eles seguem uma linha cronológica exata (não pulam períodos de um para outro).

Apesar disso, desde o começo você consegue perceber qual é a do Labirinto todo. Senti uma vibe A Vila (lembram desse filme), enquanto lia e algumas das minhas suspeitas acabaram se confirmando. Mas, mesmo assim, a leitura não foi menos interessante por conta disso.

Achei muito legal que apesar de apresentar uma série de personagens (como o Chuck, a Teresa e o Newt), a maior proximidade que o leitor tem é com o próprio Thomas, porque apesar de o narrador ser em terceira pessoa, ele narra tudo a respeito da personagem, inclusive seus pensamentos e sentimento. Ele é o foco da história e isso é muito claro para quem lê. Em alguns momentos cheguei até a ficar um pouco incomodada com tamanha narração dos sentimentos do Thomas. Parecia coisa de mais.

É uma história de mundo pós-apocalipse muito bacana e que parece quase um thriller de tanto mistério que tem. O final é simplesmente SENSACIONAL, e quando caiu a ficha do que realmente estava sendo dito ali na última página, quase tive um treco no meio do ônibus. Na hora fiquei curiosíssima para ler os outros livros (são quatro no total!), mas quis esperar o filme (que estreia hoje nos cinemas, aliás!) para poder então ler os seguintes.

Mas gostei bastante do livro e recomendo muito. É bem diferente dos demais de gênero semelhante que estão no mercado agora, como Jogos Vorazes. Vale demais a pena e eu tô ansiosa pelo filme!

Ficha técnica:
Maze Runner – Correr ou Morrer
James Dashner
426 páginas
Editora Vergara & Riba

Alguém já leu e também gostou?

 

Maki

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17 de setembro de 2014

O dia em que eu abri mão do leite

Em: Saúde Tags: , ,

Desde de pequena eu tenho algumas certezas sobre mim mesma: amo filmes da Disney, livros, música e leite. Eu AMO leite. Sou dessas que toma todo santo dia o sagrado copinho de café com leite enquanto come pão com queijo. Aliás, também amo queijo. E requeijão. E pão de queijo. E macarrão com molho branco. E mais qualquer coisa que tenha qualquer laticínio, basicamente.

Mas, e isso vocês estão carecas de saber – piadinha não intencional, eu tenho um problema sério com queda de cabelo e algumas alergias chatas. Tenho muita rinite e sinusite. E crises de enxaqueca são constantes desde que o mundo é mundo. Porém, a queda do cabelo sempre foi o meu ‘problema‘ mais urgente, porque era muito visível e os outros sintomas já eram comuns para mim.

leite

Um médico me mandou para outro que fez exame dali que me mandou de novo para a nutricionista, uma funcional, desta vez, e que me disse que eu poderia ter alergia a proteína do leite. Pera. Volta a fita. ALERGIA A PROTEÍNA DO LEITE? Sim, isso mesmo, senhoras e senhores, eu sou alérgica a proteína do leite. E também à glúten, mas isso pende confirmação com mais alguns exames.

Olhei em choque para a nutricionista enquanto ela dizia que eu teria que trocar o leite por bebida de arroz (BEBIDA DE ARROZ!!!), trocar o chocolate por alfarroba (ALFARROBA!!!!!), abrir mão de frutas cítricas (FRUTAS CÍTRICAS!!!!!!!!!!!!) por um mês para ter confirmar que todos os meus sintomas estavam mesmo relacionados a isso. Todos. Queda de cabelo, dor de cabeça, sinusite, dor no dedinho do pé, espirros depois de passar rímel…

Ainda em choque, porém disposta, corri na lojinha de produtos naturais mais próxima para colocar tudo isso à prova, porque se a nutricionista disse que isso ia melhorar a minha saúde (e disposição) eu TINHA que tentar. Já queria fazer uma reeducação alimentar mesmo, então esse seria um ótimo empurrãozinho. E, agora, venho aqui para contar os resultados dessa minha nova peripécia.

Tem três semanas que cortei o leite da minha vida e posso afirmar com total autoridade que:

1. Foi mais fácil do que eu pensei;
2. Eu não sinto tanta falta de leite quanto achei que sentiria (de queijo um pouco mais e de chocolate COM CERTEZA!);
3. Eu tô me sentindo tão bem que parece quase piada.

Pois é. Nunca achei que diria isso: mas tirar o leite da minha vida fez um bem danado, pelo menos com essas minhas percepções iniciais. A principal diferença que eu senti é no acordar: eu andava acordando muito, muito, cansada e tinha dificuldade de me sentir realmente desperta. Levava pelo menos uns 20 minutos para que eu me sentisse acordada mesmo, e agora o despertador toca e eu já acordo bem. Também sinto que tenho mais energia para o dia a dia.

As coisas que eu mudei no meu dia a dia foram as seguintes:

1. Troquei, sim, o leite por bebida de arroz. Mas como essa bebida é muito cara (custa R$20 o litro, em média), às vezes troco isso por sucos (que não de limão e laranja);
2. Tirei o café (atenção para o perigo: uma jornalista que não bebe mais café) e troquei por alfarroba em pó, para misturar na bebida de arroz (se eu acerto a medida, fica um achocolatado!);
3. Queijos estão banidos da dieta, porém, tenho abusado de peito de peru como recheio (para tudo, sanduíche, salada…)
4. Passei a levar mais almoço de casa para o trabalho, porque nunca se sabe;
5. Coloquei mais frutas e legumes no cardápio;
6. Adotei o ‘chocolate’ de alfarroba (o com coco é muito bom!);
7. No caso de querer mesmo chocolate original, troquei o ao leite pelo 75% cacau;
8. Aumentei o consumo de água.

Ufa. Bastante coisa, ? Uma amiga comentou comigo que eu não senti tão bruscamente a mudança porque eu queria muito melhorar, então as mudanças não foram feitas contra a minha vontade. Também tenho pensado bem mais no que eu como e estou sentido as diferenças. Até mesmo a minha pele melhorou MUITO (ela andava cheia de bolinhas) e me sinto com mais disposição para aproveitar o dia.

Ou seja: mudança brusca, porém só com resultados positivos. Com essa alergia, eu me transformo oficialmente na versão feminina do Leonard de The Big Bang Theory (sem o conhecimento de física, claro).

Óbvio que tudo isso tem um porém: porque isso funcionou para mim significa que você, amiguinha ou amiguinho que lê o blog, tem que correr até a geladeira e jogar tudo o que é leite e derivados fora? CLARO QUE NÃO. Eu tenho uma alergia que causa uma série de sintomas que me fazem mal (como as enxaquecas). Por isso, e por indicação de um MÉDICO, veja bem, eu estou fazendo essa mudança radical pelo período inicial de um mês para ver os resultados.

Não sou, nunca fui, e provavelmente nunca vou ser, a favor de dietas restritivas pura e simplesmente para ‘perder peso‘. Eu fiz isso por uma questão de saúde e com acompanhamento médico. Se você acha que deve mudar alguma coisa na sua alimentação, por favor, consulte um nutricionista antes. Ele vai saber a melhor maneira de alcançar o objetivo que você quer de uma maneira saudável!

Minha meta agora é tentar começar a tomar suco verde algumas vezes por semana (para compensar o fato de que eu tenho sérios problemas em comer verduras) e tentar acostumar mais a comer de noite, jantar e fazer a ceia, o que eu ainda não consegui adotar na minha nova rotina.

Alguém mais por aí já passou por isso?

Maki

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16 de setembro de 2014

Tatuagens: desenhos metálicos, a moda do verão?

Em: Inspiração Tags: , ,

Vi em uma série de lugares, por conta do verão no Hemisfério Norte, meninas com desenhos metálicos no corpo. Não tatuagens de verdade, mas aquelas temporárias, em tons de dourado e prateado, realmente servindo como um acessório mais do que qualquer outra coisa.

tatuagens-metalicasFotos: Just Jared

E aí dona Beyoncé foi vista com esses desenhos no braço e eu pensei ‘wow, acho que isso vai mesmo pegar no verão!’. Não sei até que ponto isso seria usado aqui no Brasil. Acho que o visual tem muita cara de festival de música ou então de festa na praia, então, talvez na costa, em cidades como o Rio de Janeiro, a moda realmente apareça bastante. Aqui em São Paulo eu tenho as minhas dúvidas

Eu, honestamente, acho muito divertido, apesar de não ter certeza se usaria ou não (a não ser na praia, claro, entrando no clima e tals!). Sinto que esses desenhos tem uma coisa bem hippie, bem boho. Do tipo que me faz ver Vanessa Hudgens coberta dos pés a cabeça com essas tattoos! (ela, para mim, representa bastante a moda boho). Nas mulheres (e homens, por que não?) de pele mais morena ou negra, como o caso da própria b, fica incrível por causa do contraste. Dá um destaque para a pele maravilhoso!

tatuagens-metalicas-2Fotos: Pinterest

As minhas preferidas, com certeza são as douradinhas e as que combinam dourado e preto (mas suspeita para falar, já que eu amo preto). O legal é que dá para fazer várias de um estilo semelhante, como essas meio tribais (beijo, tatuagens de henna dos anos 90!), e fazê-las conversar entre si, seguindo um padrão ou cobrindo uma mesma parte do corpo, como o braço ou o tornozelo. O efeito final fica bem bonito!

Vocês curtem?

Maki

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