16 de setembro de 2014

Tatuagens: desenhos metálicos, a moda do verão?

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Vi em uma série de lugares, por conta do verão no Hemisfério Norte, meninas com desenhos metálicos no corpo. Não tatuagens de verdade, mas aquelas temporárias, em tons de dourado e prateado, realmente servindo como um acessório mais do que qualquer outra coisa.

tatuagens-metalicasFotos: Just Jared

E aí dona Beyoncé foi vista com esses desenhos no braço e eu pensei ‘wow, acho que isso vai mesmo pegar no verão!’. Não sei até que ponto isso seria usado aqui no Brasil. Acho que o visual tem muita cara de festival de música ou então de festa na praia, então, talvez na costa, em cidades como o Rio de Janeiro, a moda realmente apareça bastante. Aqui em São Paulo eu tenho as minhas dúvidas

Eu, honestamente, acho muito divertido, apesar de não ter certeza se usaria ou não (a não ser na praia, claro, entrando no clima e tals!). Sinto que esses desenhos tem uma coisa bem hippie, bem boho. Do tipo que me faz ver Vanessa Hudgens coberta dos pés a cabeça com essas tattoos! (ela, para mim, representa bastante a moda boho). Nas mulheres (e homens, por que não?) de pele mais morena ou negra, como o caso da própria b, fica incrível por causa do contraste. Dá um destaque para a pele maravilhoso!

tatuagens-metalicas-2Fotos: Pinterest

As minhas preferidas, com certeza são as douradinhas e as que combinam dourado e preto (mas suspeita para falar, já que eu amo preto). O legal é que dá para fazer várias de um estilo semelhante, como essas meio tribais (beijo, tatuagens de henna dos anos 90!), e fazê-las conversar entre si, seguindo um padrão ou cobrindo uma mesma parte do corpo, como o braço ou o tornozelo. O efeito final fica bem bonito!

Vocês curtem?

Maki

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Play: As melhores músicas da Disney

Em: Cultura, Música Tags: , , ,

Semana passada eu falei sobre os meus filmes preferidos da Disney e, entre rever um e outro, lembrei de todas as músicas que eu mais gostava e que, quando eu estava trabalhando por lá, nos Estados Unidos, cantava praticamente todas o dia inteiro (e até comprei uma coleção com TODAS as melhores músicas lançadas até em então em CD – que infelizmente se perdeu no limbo da mudança há uns anos). Tem tantas músicas que eu adoro ouvir e ouvir de novo que precisava dividir com vocês aqui.

Coloquei, principalmente, músicas dos filmes mais clássicos, de desenhos animados mesmo e não de animações, porque são as que mais me marcaram. No entanto, não pude deixar de colocar Let It Go de Frozen por motivos que não precisam ser explicados neste blog (ou no planeta Terra, diga-se de passagem). Se você nunca colocou a música para tocar e cantou LERIGOUUU LERIGOUUU  a plenos pulmões ainda, você não sabe o que é viver.

Curiosidade: quando eu tinha lá os meus 12, 13 anos, no clube do qual eu era sócia teve uma apresentação da dança (da qual eu participei, aliás, dançando balé e jazz) só com músicas da Disney. Então muitas dessas músicas me lembram várias coreografias! Eu lembro muito claramente que dancei uma das músicas de Mulan! Foi demais.

Enfim, devaneios à parte, espero que vocês gostem da lista! Vocês têm uma música preferida dos filmes da Disney?

Maki

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15 de setembro de 2014

Os óculos e eu

Em: Pessoal Tags: , , ,

Quando eu tinha dez anos, estava na quarta série, comecei a perceber que eu não enxergava muito bem. Depois de um bom tempo literalmente ‘grudando a cara no papel‘ para escrever (faço isso até hoje, aliás, por causa dessa história), minha mãe achou que era mais do que hora de me levar num oftalmologista e, claro como a visão que eu não tinha, veio o diagnóstico: miopia, mais três graus em cada olho. UOU.

Por conta disso, logo entrei para o time dos ‘quatro-olhos‘ da escola e, somando isso ao aparelho fixo, peguei um ticket sem volta para o time dos nerds (e não no sentido geek bonitinho de hoje em dia). Deixa eu contar uma coisa para vocês: crianças são fofas, mas podem ser muito cruéis. Então eu passei a me esconder atrás dos óculos e do aparelho extrabucal e aprendi a ficar no meu canto. Quando chegou a hora, meu médico falou que eu poderia começar a usar lentes de contato e minha mãe concordou porque ‘eu ficava muito mais bonita sem óculos‘. Não me adaptei. A lente juntou poeira e o tempo passou.

oculos

Cheguei na fase de começar a ter os primeiros paqueras de verdade e o óculos estava no caminho. O aparelho saiu de cena e eu, como meu sorriso agora perfeito, precisava só me livrar das lentes fundo de garrafa (naquele tempo elas eram mesmo), para conseguir o primeiro beijo que toda menina adolescente sonha em ter.

Por isso, toca a Maki de novo no oftalmologista, examina daqui, faz lente de lá e eu sofri para me adaptar com as lentes de contato, viu? Mas, sim, elas vieram para me salvar do mundo dos nerds e me levar à adolescência no melhor sentido da palavra. Obviamente não é assim que as coisas funcionaram na verdade, visualmente eu saí do mundo nerd mas ele não saiu de mim (nem acho que vai sair, ainda bem!). Eu ainda tinha dias em que preferia usar óculos. Ainda tive momentos em que ouvi o ‘tão bonita… pena que usa óculos‘ (mais do que gostaria de afirmar), mas fui me adaptando, a cada vez mais, deixar minhas armações em casa e continuar com as lentes.

Não sei se algum de vocês já chegou a usar lentes de contato, mas não é uma tarefa fácil e linda. Tem dias que incomoda pra burro, não importa o que você faça ou quantas vezes lave. Tem dias que você coloca a lente ao contrário e parece que tem um milhão de facas no seu olho. Tem dia que ela não quer ficar ali de jeito nenhum e outros tantos em que chega uma hora do dia e você não consegue mais manter os olhos abertos de cansaço por conta da lente. Eu, que vivo no computador, então, sofro demais com isso.

Então, pouco a pouco, voltei a usar mais os óculos do que a lente para o meu dia a dia, era mais prático, mais confortável… A lente foi ficando para ocasiões especiais e, depois, só quando eu queria parecer diferente. Coisa doida, gente, mas eu descobri que eu gosto de usar óculos. Eu e o meus (quase) seis graus de miopia andamos de mãos dadas todos os dias. É parte de quem eu sou.

Ah, mas por que você não opera?‘. Por três motivos muito simples: 1) minha mãe teve o infortúnio de me mostrar como é a operação, certa vez, e nunca na minha vida eu quero passar por aquilo; 2) porque já me foi dito mais de uma vez que o meu grau é muito alto e, mesmo com a operação, a miopia eventualmente voltaria; e o mais importante de todos 3) porque eu não quero. Ponto final.

Aprendi que usar óculos é muito legal e cada fase da minha vida combinou com um modelo diferente. Olhando fotos antigas, eu pareço pessoas completamente diferentes dependendo da armação. A trancos e barrancos, acabei aprendendo que sou bonita e qualquer jeito, com ou sem óculos, independente da opinião de qualquer pessoa, mas, se eu ainda me sinto um pouco insegura quanto à isso, a moda hipster está aí para ajudar os amigos quatro-olhos como eu.

Óculos é um acessório como qualquer outro, com a diferença de que me ajuda a ver o mundo melhor. E, confesso, tem vezes que até prefiro vê-lo todo borradinho mesmo.

A lente de contato continua fazendo parte da minha vida, especialmente nos finais de semana quando o sol é muito forte e quero exibir por aí os meus óculos de sol ou eu quero fazer aquela super maquiagem para a balada. Aprendi a gostar dos óculos e aprendi a gostar de mim com eles. Agora, até estranho quando estou sem.

Maki

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12 de setembro de 2014

Katy Perry deslumbrante na Harper’s Bazaar

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Sempre achei a Katy Perry uma mulher muito bonita, apesar de algumas produções mais espalhafatosas que ela chegou a usar e que, pessoalmente, não me agradaram. Mas fiquei simplesmente encantada com a sessão de fotos que ela fez para a Harper’s Bazaar de outubro.

katy-perry-1

O ensaio foi feito no que parece ser uma casa o estilo japonês (com flores de cerejeira e tudo mais!) e maioria das roupas que ela usou estão em tons de vermelho ou rosa. Visualmente, as fotos ficaram muito lindas e eu fiquei realmente maravilhada com esse uso de cores.

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Na primeira imagem, aliás, achei que a Kate está igualzinha àquelas atrizes das décadas de 1950 e 60. O cabelo, a pose, a maquiagem… Tudo! Vocês não acharam?

Maki

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Compras conscientes em viagens

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Acho que vocês devem ter percebido que eu não sou dessas pessoas que, quando viaja, volta com quatro malas extras cheias de coisas novas. Claro, quando fui para a França, comprei bastante coisa, mas muito do que eu já tinha acabou ficando por lá e, fora algumas coisas pontuais, eu não gastei tanto assim.

compras

Por exemplo, trouxe só três itens de maquiagem de lá e isso porque os que eu tinha, meu corretivo, meu pó compacto e um rímel, acabaram. Também comprei um sabonete para o rosto porque o que eu tinha chegou ao fim e comprei uma legging preta porque a minha ficou completamente inutilizável depois do primeiro mês. Basicamente: não sou uma pessoa consumista.

Mas, também existe outro ponto importante. Eu estava viajando com um orçamento mais ou menos fechado. Sabia com o que podia e não podia usar o meu dinheiro e, mesmo com alguns momentos de ‘pro inferno com tudo isso, vou comprar o que eu quero‘, eu jamais fui além do meu budget. E isso também porque eu tinha um objetivo: viajar o máximo que eu pudesse enquanto estava na França. Mais do que fazer compras, eu queria aproveitar mesmo o tempo que passaria por lá. Coisas são só coisas, afinal. 

Pensando sobre isso e lendo muito sobre a cultura do consumo nos últimos tempos, me fez pensar sobre a real necessidade de comprar até a mala explodir quando viajamos. Isso quer dizer que proibido? Que ninguém mais pode comparar coisa alguma? Claro que não. Lá fora tem muita coisa bacana em que vale mesmo a pena gastar o seu suado dinheirinho (como eletrônicos!).

Mas acho que, às vezes, a gente fica tão impressionada com tudo o que vê de diferente que perde um pouco a noção do que realmente vamos usar vs. o que vale a pena comprar. Você vai numa loja nos Estados Unidos e vê blusinhas regatas à 5 dólares. Você raramente usa regatas, mas ‘meu deus são só cinco dólares, vou logo comprar umas 5 porque vai que‘. Ou então ‘vou comprar todos esses mil cremes da Victoria’s Secret porque sempre serve de presente pra alguém‘.

Eu, já logo aviso, não compro presente para absolutamente ninguém que não seja familiar ou amigo muito próximo. Não aceito encomendas, nem penso em trazer a mais para vender depois. Presente é uma coisa muito pessoal, prefiro escolher algo que eu sei que a pessoa vai gostar, alguém que eu quero mesmo presentear, do que levar qualquer tranqueira para dar para trinta pessoas que vão perguntar da minha viagem. Não, obrigada.

É muito uma questão de consciência e também de prioridades. Isso vai me fazer gastar mais com peso extra na mala? Eu vou realmente usar essa roupa/eletrônico/perfume/maquiagem que eu estou comprando ou estou me deixando levar pelo preço muito mais barato?

Passei quase três meses me debatendo, pensando se valeria a pena comprar uma paleta Naked da Urban Decay, que na época tava na maior hype porque tinha acabado de lançar a Naked 3, mas acabei decidindo que, mesmo pelo preço barato, não valia a pena. Porque eu não ia usar.

Acho também que você pensar dessa forma mostra que você tem respeito pelo seu dinheiro e pelo esforço que teve para pensar naquela viagem. Já vi notícias de meninas de 15 anos que deixam de comer (veja bem, DE COMER) para fazer compras nessas viagens para a Disney. Mesmo quando eu estava lá, o que eu mais trouxe de volta foram coisas que eu queria da própria Disney. Vale mesmo a pena deixar de aproveitar aquele restaurante legal, aquele show, aquele jogo de basquete de última hora ou aquela viagem de fim de semana por conta de uma roupa a mais no guarda roupa?

Tive tantas experiências maravilhosas nas minhas viagens que não tiveram nada a ver com compras e que vão ficar para sempre na minha memória. Muito melhor do que ter cinco sombras a mais na minha caixinha de maquiagens.

Maki

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