3 de novembro de 2014

Amo do momento: jardineiras

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Se os anos 1990 não voltaram oficialmente, então eu não sei mesmo o que se passar com a moda. Porém, no meio desse remember todo, têm algumas coisas que eu gosto que estão voltando com força para o verão, principalmente (como as papetes!). As jardineiras são outra peça que eu tenho visto muito e que parecem que vão dominar o mundo na próxima estação.

jardineiras-1Foto: Lookbook Joey A

Originalmente, as jardineiras foram criadas para proteger o corpo durante algum tipo de trabalho, especialmente os braçais. Você precisa, por exemplo, mexer com terra, e para não sujar a roupa inteira, coloca uma jardineira por cima e, pronto! O nome, em português, mostra o seu uso principalmente para os trabalhos de jardinagem, porém ele podia ser usado para inúmeras outras atividades, por isso o seu desenvolvimento em materiais mais resistentes, como o jeans.

A principal característica das jardineiras são os suspensórios, que fazem da peça uma só. Por isso, em inglês o seu nome é overall, algo como ‘sobre tudo‘ na tradução literal da palavra em português. Muitos modelos também contam com um bolso na parte da frente, na altura do busto, chamado de bolso canguru, porque imita as bolsas dos famosos animaizinhos.

jardineiras-2Fotos: Lookbook Jessica, Megan e Adenorah

O macacão (e no caso, falamos especialmente da jardineira jeans aqui) é uma peça muito confortável, então, o que eu acho mais legal é combiná-la com uma camisetas mais soltinhas e alpargatas, por exemplo, para um visual beeem despojado e divertido. Para quem curte, combinar ainda com um chapéu ou um lenço na cabeça fica muito bacana e ainda dá um toque um pouco retrô para a produção.

As jardineiras aparecem em dois modelos: as curtinhas e as compridas. As mais curtas, confesso, ficam muito legais quando combinadas com coturnos, lembrando bem aquela coisa do trabalho braçal, aquela inspiração um pouco masculina da produção. Joga um lenço na cabeça e um batonzão vermelho e ninguém segura esse forninho!

jardineiras-3Fotos: Lookbook Gabriella, Patti e Larissa

Os modelos de calça comprida eu, particularmente, acho que ficam mais legais com tênis ou sapatilhas. Alpargatas seriam a minha escolha preferida para uma combinação, mas espadrilles e sandálias de salto também criam um visual bem legal.

Vocês curtem jardineiras? Já usaram alguma vez na vida. Eu tinha uma quando mais nova que quase andava sozinha do tanto que eu usava!

Maki

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2 de novembro de 2014

Ronda de Links #13

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Mais um domingo, mais um Ronda de Links! Curiosamente, essa semana tive bastante dificuldade em separar um material legal para postar aqui. Não sei se foi a minha falta de atenção (provável) ou alguma coisa outra. Mas, enfim, vamos lá!

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No FÊliz com a Vida tem um post interessantíssimo falando que se você quer ser feliz precisa parar de ser legal com todo mundo. Esse foi um texto com o qual me identifiquei muito, porque sinto que tenho a necessidade de agradar todo mundo, o tempo todo. E a gente sabe que isso não dá certo, ?

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A Alê Garattoni, musa da blogosfera, elegeu alguns motivos pelos quais vale a pena ter um blog. Eu, confesso, uso muito o Manias como portfólio e essa é apenas uma das muitas vantagens de ter um endereço online!

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Parece muito tentador comprar roupas pela internet pagando menos de cinco dólares por um blazer da Zara ou por um vestido de festa, não é mesmo? Mas você já parou para pensar nas condições de produção dessas roupas? O E aí, beleza? explica a relação entre as compras que você faz e o trabalho escravo.

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Para quem tem dúvidas sobre cosméticos orgânicos (e onde encontrá-los), o Modices explica direitinho tudo sobre eles e as suas vantagens de consumo. Vale muito a leitura.

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Por fim, mas não menos importante, no Ambiente Vistoriado tem um texto muito bacana falando sobre a importância de não desistirmos dos nossos sonhos.

Gostaram dos links de hoje? Têm sugestões? Deixe nos comentários!

Maki

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31 de outubro de 2014

Os lugares mais incríveis que já visitei

Em: Viagem Tags: , , , , , ,

Eu tive oportunidades maravilhosas de conhecer lugares incríveis até agora. Entre mochilões, intercâmbios e viagens com a família, somo mais de dez carimbos no passaporte (e pretendo ter muitos, muitos mais), e lembro de cada uma dessas experiências com um carinho no coração muito grande. Claro que acabei escolhendo alguns lugares como os preferidos das viagens que fiz, e queria dividir com vocês alguns deles.

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viagem-2Quando fui para a França pela primeira, em 2007, fui com uma amiga que é louca pelo Monet. Eu também sempre gostei bastante da arte dele, mas nada foi comparado a ver ao vivo as paisagens que ele transpôs para as telas. O jardim do Monet (que existe, com ponte japonesa e tudo) é simplesmente incrível e vale muito a pena a visita. É um passeio ótimo e muito educativo sobre a vida do pintor!

viagem-3Êta, cidade incrível, viu? Praga é uma cidade encantadora, que me chamou muito a atenção por conta do centro histórico, com todas as casinhas coloridas, castelos no horizonte e povo hospitaleiro. A cidade também é conhecida como ‘das cem cúpulas’, por ser um dos mais antigos centros urbanos da Europa. Por isso, não é de surpreender que a vida cultural na cidade seja de outro planeta, não é? Também foi lá que eu conheci uma das baladas mais incríveis que já fui na vida, com cinco andares (tinha que ter uma festchenha no meio do caminho, ?).

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viagem-1Eu amo história. E quando digo ‘amo história‘, quero dizer que amo de verdade. Adoro ler sobre história, ver filmes e documentários sobre o assunto, em especial a Segunda Guerra Mundial, um tema que sempre me gerou muito interesse, e a Guerra Fria. Então, era de se esperar que eu pirasse quando visitasse a Alemanha, ? Foi o que aconteceu. Ver o portão de Brandemburgo, o memorial do Holocausto, o que restou do Muro de Berlim, entre outros pontos que – literalmente – rechearam os meus livros da escola, foi emocionante. Fora que a cidade, em si, é maravilhosa, muito viva, e um dos lugares em que mais fui bem tratada.

viagem-4Nunca vou esquecer que depois que cheguei à estação de esqui de Whistler, com os meus pais, a cidade passou por uma das maiores nevascas de todos os tempos e as temperaturas chegaram a 38º negativos. Isso mesmo. Quase morri congelada? Sim, com certeza. Mas essa viagem eu fiz com a minha família e foi a primeira vez que eu e meu irmão vimos a neve e tentamos fazer um boneco de neve (falhamos, claro). A imagem do meu irmão, do alto dos seus 11 anos pulando num montinho de neve no meio da rua nunca vai sair da minha cabeça.

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viagem-5Cast Members sabem que a Disney não fica exatamente em Orlando, mas sim em Lake Buena Vista, mas a região não poderia deixar de entrar nessa listinha. Pode parecer muito clichê, mas o tempo que eu morei na Disney foi um dos mais maravilhosos da minha vida, mesmo essa não sendo a primeira vez que eu visitava os parques (fui duas vezes antes). Foi um momento muito importante da minha vida e que marcou a fase em que eu me descobria ainda mais como indivíduo e decidia o que eu queria fazer com o resto dos meus dias. A visão castelo da Cinderela, toda vez que eu saia dos túneis para os Cast Members, é algo que eu nunca vou esquecer.

viagem-6E já que estamos falando em cidades de momentos importantes, cidade diferente, mas mesmo país. Minha mais recente visita à França, quando conheci Nice, também marcou um ponto de mudanças na minha vida que até hoje está se acertando (e, os deuses quiserem, vai continuar assim). Eu sempre vou levar Nice no coração, porque me ensinou muito sobre mim mesma e o quanto eu preciso pensar em mim de vez em quando e deixar as necessidades dos outros para lá. Só amor!

Vocês já visitaram algum lugar que teve um significado importante na vida de vocês? Alguma cidade que se tornou a preferida do mundo? Me contem nos comentários!

 

Maki

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30 de outubro de 2014

Leitura da Semana: Amigas para sempre, Kristin Hannah

Em: Cultura, Livros Tags: , , ,

Não sei se eu estou em uma fase muito amarga (provável) ou se simplesmente estou ficando cada vez mais crítica com livros (mais provável ainda), mas não sei se gostei de Amigas para Sempre, da Kristin Hannah.

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Sinopse: ‘Tully Hart tinha 14 anos, era linda, alegre, popular e invejada por todos. O que ninguém poderia imaginar era o sofrimento que ela vivia dentro de casa: nunca conhecera o pai, e a mãe, viciada em drogas, costumava desaparecer por longos períodos, deixando a menina aos cuidados da avó. Mas a vida de Tully se transformou quando ela se mudou para a alameda dos Vaga-lumes e conheceu a garota mais legal do mundo. Kate Mularkey era inteligente, compreensiva e tão amorosa que logo fez Tully sentir-se parte de sua família. Ao longo de mais de trinta anos de amizade, uma se tornou o porto seguro da outra. Tully ajudou Kate a descobrir a própria beleza e a encorajou a enfrentar seus medos. Kate, por sua vez, a ensinou a enxergar além das aparências e a fez entender que certos riscos não valem a pena. As duas juraram que seriam amigas para sempre. Essa promessa resistiu ao frenesi dos anos 1970, às reviravoltas políticas das décadas de 1980 e 1990 e às promessas do novo milênio. Até que algo acontece para abalar a confiança entre elas. Será possível perdoar uma traição de sua melhor amiga? Neste livro, Kristin Hannah nos conta uma linda história sobre duas pessoas que sabem tudo a respeito uma da outra – e que por isso mesmo podem tanto ferir quanto salvas.’

Pensa em uma desgraça da vida. Aconteceu nesse livro. Parece que a autora juntou tudo o que pode acontecer de ruim com uma pessoa e colocou nesse livro. Mãe babaca? Check. Problemas com drogas? Check. Estupro? Check. Inveja? Check duas vezes.

A sensação que eu tive é que a Kristen pegou todos os clichês possíveis e colocou na história da Tully e sua melhor amiga, Kate. As duas se conhecem em uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos na década de 1970, depois que a Tully - que, claro, é muito popular bonita e famosa entre os meninos – passa por um momento bem complicado. Imediatamente, elas se tornam amigas e o livro segue a história da duas pelos próximos 30 anos.

Não me entendam mal, a ideia do livro é bem bacana e o livro tem sim, momentos muito interessantes. Principalmente porque a Tully e a Kate tem uma amizade muito bonita e as duas meio que se completam. O tanto que a Tully é extrovertida, a Kate é tímida e por aí vai. As duas definem bem aquela história de que ‘amigos são a família que a gente escolhe‘.

Porém, tiveram muitos momentos no livro em que eu ‘revirei os olhos‘, talvez por conta do andar da carruagem, talvez por conta da linguagem da autora, que parecia um pouco engessada, talvez pelo que estivesse acontecendo no momento com as personagens. Lembram de Starters? Tive alguns problemas com a narrativa ali também e senti que em Amigas para Sempre isso se repetiu.

Interessante que, quando comecei a ler o livro, não imaginei como ele poderia terminar. Normalmente sempre podemos ter uma ideia de como um livro vai chegar ao fim, mas com esse não conseguia pensar num ponto final. Apesar de todos os pequenos problemas que me incomodaram demais, gostei bastante do fim e de como esse fim aconteceu. Poderia ser, talvez, menos… clichê (por falta de uma palavra menos), mas entendi bem a vontade da autora em colocar na obra um tema que era muito próximo da sua vida real. E achei que o fim foi bastante digno, levando em conta a história como um todo.

Também achei interessante, apesar de ver algumas dificuldades na evolução do texto, ver como a amizade da Tully e da Kate evoluiu e se adaptou ao longo do tempo. Tully se tornou uma eterna workaholic, enquanto Kate largou tudo para cuidar da família. Outro ponto que eu achei bacana é como elas contam o seu lado da história, as coisas boas e ruins de cada um e como isso simplesmente faz parte da vida, cabe a nós encontrar o equilíbrio.

Honestamente, não sei se recomendo a leitura. Ela é bem levinha, bem fácil e se você busca um livro para distrair, isso é o que você procura, com certeza. Fora isso, acredito que não foi o mais legal que li nos últimos tempos.

Ficha técnica
Amigas para sempre
Kristin Hannah
448 páginas
Editora Arqueiro

Alguém leu e curtiu?

Maki

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29 de outubro de 2014

Inspiração de maquiagem para o Halloween: La Catrina

Em: Beleza Tags: , ,

Confesso que nunca entendi muito bem porque aqui no Brasil algumas pessoas fazem comemorações de Dia das Bruxas (na escola até que era legal, mas depois disso perdeu um pouco a graça para mim – nunca fui de me fantasiar). Sei que a tradição do dia de Gostosuras ou Travessuras é muito mais forte nos Estados Unidos, e, lá sim, acho muito bacana a forma como as pessoas se empolgam DEMAIS com as fantasias e maquiagens (quem lembrou de Meninas Malvadas diga EU!).

De qualquer maneira, dia 31 está chegando e se você pretende mesmo comemorar – com uma festinha em casa com os amigos ou festão na balada mesmo – uma ideia de maquiagem eu acho simplesmente maravilhosa é a da La Catrina, com base no feriado mexicano, o Dia de Los Muertos.

caveira-mexicana-2Foto: Pinterest

Você com certeza já viu as caveiras mexicanas em muitos lugares por aí, mas talvez nunca tivesse ligado uma coisa a outra. No México, essa celebração do Dia dos Mortos começa no dia 31 de outubro e vai até 2 de novembro, coincidindo com o dia de Finados. Originalmente, a tradição é indígena, vindo lá dos tempos dos astecas, e basicamente, celebrava a morte dos antepassados e guardava os crânios dos mortos, vistos como troféus, que então eram mostrados durante os rituais de celebração da morte e do renascimento.

Obviamente, com a chegada dos espanhóis católicos, a pratica foi adaptada (principalmente porque os espanhóis abominavam essa coisa de guardar os crânios) e começou a ser comemorada nos moldes do que conhecemos hoje. A caveira, curiosamente, representa tanto as rimas criadas para homenagear a data quanto às caricaturas de esqueletos, também chamadas de La Catrinas. Esses desenhos, basicamente, representam uma versão ‘festiva‘ de um esqueleto de uma dama da alta sociedade, mostrando que na morte todo mundo é igual. É daí que vem essas maquiagens super elaboradas (e lindas!).

caveiras-mexicanas-1Fotos: Pinterest

A La Catrina original sempre aparecia também com um chapéu, símbolo da alta sociedade, então, é bastante comum as mais tradicionais usarem esse acessório ou mesmo grandes flores e arranjos na cabeça. É, realmente, uma representação humorística da morte, porque o feriado era uma verdadeira festa.

Já vi maquiagens com essa inspiração que são simplesmente maravilhosas e, se você não quiser usar uma fantasia completa, só a maquiagem em si já o suficiente para impressionar. Aliás, tutoriais com esse look não faltam no Youtube, e a ideia é justamente misturar o lado fúnebre da caveira (a brancura dos ‘ossos‘) com os detalhes coloridos. Fica maravilhoso!

O que vocês acham?

Maki

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