31 de outubro de 2014

Os lugares mais incríveis que já visitei

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Eu tive oportunidades maravilhosas de conhecer lugares incríveis até agora. Entre mochilões, intercâmbios e viagens com a família, somo mais de dez carimbos no passaporte (e pretendo ter muitos, muitos mais), e lembro de cada uma dessas experiências com um carinho no coração muito grande. Claro que acabei escolhendo alguns lugares como os preferidos das viagens que fiz, e queria dividir com vocês alguns deles.

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viagem-2Quando fui para a França pela primeira, em 2007, fui com uma amiga que é louca pelo Monet. Eu também sempre gostei bastante da arte dele, mas nada foi comparado a ver ao vivo as paisagens que ele transpôs para as telas. O jardim do Monet (que existe, com ponte japonesa e tudo) é simplesmente incrível e vale muito a pena a visita. É um passeio ótimo e muito educativo sobre a vida do pintor!

viagem-3Êta, cidade incrível, viu? Praga é uma cidade encantadora, que me chamou muito a atenção por conta do centro histórico, com todas as casinhas coloridas, castelos no horizonte e povo hospitaleiro. A cidade também é conhecida como ‘das cem cúpulas’, por ser um dos mais antigos centros urbanos da Europa. Por isso, não é de surpreender que a vida cultural na cidade seja de outro planeta, não é? Também foi lá que eu conheci uma das baladas mais incríveis que já fui na vida, com cinco andares (tinha que ter uma festchenha no meio do caminho, ?).

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viagem-1Eu amo história. E quando digo ‘amo história‘, quero dizer que amo de verdade. Adoro ler sobre história, ver filmes e documentários sobre o assunto, em especial a Segunda Guerra Mundial, um tema que sempre me gerou muito interesse, e a Guerra Fria. Então, era de se esperar que eu pirasse quando visitasse a Alemanha, ? Foi o que aconteceu. Ver o portão de Brandemburgo, o memorial do Holocausto, o que restou do Muro de Berlim, entre outros pontos que – literalmente – rechearam os meus livros da escola, foi emocionante. Fora que a cidade, em si, é maravilhosa, muito viva, e um dos lugares em que mais fui bem tratada.

viagem-4Nunca vou esquecer que depois que cheguei à estação de esqui de Whistler, com os meus pais, a cidade passou por uma das maiores nevascas de todos os tempos e as temperaturas chegaram a 38º negativos. Isso mesmo. Quase morri congelada? Sim, com certeza. Mas essa viagem eu fiz com a minha família e foi a primeira vez que eu e meu irmão vimos a neve e tentamos fazer um boneco de neve (falhamos, claro). A imagem do meu irmão, do alto dos seus 11 anos pulando num montinho de neve no meio da rua nunca vai sair da minha cabeça.

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viagem-5Cast Members sabem que a Disney não fica exatamente em Orlando, mas sim em Lake Buena Vista, mas a região não poderia deixar de entrar nessa listinha. Pode parecer muito clichê, mas o tempo que eu morei na Disney foi um dos mais maravilhosos da minha vida, mesmo essa não sendo a primeira vez que eu visitava os parques (fui duas vezes antes). Foi um momento muito importante da minha vida e que marcou a fase em que eu me descobria ainda mais como indivíduo e decidia o que eu queria fazer com o resto dos meus dias. A visão castelo da Cinderela, toda vez que eu saia dos túneis para os Cast Members, é algo que eu nunca vou esquecer.

viagem-6E já que estamos falando em cidades de momentos importantes, cidade diferente, mas mesmo país. Minha mais recente visita à França, quando conheci Nice, também marcou um ponto de mudanças na minha vida que até hoje está se acertando (e, os deuses quiserem, vai continuar assim). Eu sempre vou levar Nice no coração, porque me ensinou muito sobre mim mesma e o quanto eu preciso pensar em mim de vez em quando e deixar as necessidades dos outros para lá. Só amor!

Vocês já visitaram algum lugar que teve um significado importante na vida de vocês? Alguma cidade que se tornou a preferida do mundo? Me contem nos comentários!

 

Maki

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30 de outubro de 2014

Leitura da Semana: Amigas para sempre, Kristin Hannah

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Não sei se eu estou em uma fase muito amarga (provável) ou se simplesmente estou ficando cada vez mais crítica com livros (mais provável ainda), mas não sei se gostei de Amigas para Sempre, da Kristin Hannah.

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Sinopse: ‘Tully Hart tinha 14 anos, era linda, alegre, popular e invejada por todos. O que ninguém poderia imaginar era o sofrimento que ela vivia dentro de casa: nunca conhecera o pai, e a mãe, viciada em drogas, costumava desaparecer por longos períodos, deixando a menina aos cuidados da avó. Mas a vida de Tully se transformou quando ela se mudou para a alameda dos Vaga-lumes e conheceu a garota mais legal do mundo. Kate Mularkey era inteligente, compreensiva e tão amorosa que logo fez Tully sentir-se parte de sua família. Ao longo de mais de trinta anos de amizade, uma se tornou o porto seguro da outra. Tully ajudou Kate a descobrir a própria beleza e a encorajou a enfrentar seus medos. Kate, por sua vez, a ensinou a enxergar além das aparências e a fez entender que certos riscos não valem a pena. As duas juraram que seriam amigas para sempre. Essa promessa resistiu ao frenesi dos anos 1970, às reviravoltas políticas das décadas de 1980 e 1990 e às promessas do novo milênio. Até que algo acontece para abalar a confiança entre elas. Será possível perdoar uma traição de sua melhor amiga? Neste livro, Kristin Hannah nos conta uma linda história sobre duas pessoas que sabem tudo a respeito uma da outra – e que por isso mesmo podem tanto ferir quanto salvas.’

Pensa em uma desgraça da vida. Aconteceu nesse livro. Parece que a autora juntou tudo o que pode acontecer de ruim com uma pessoa e colocou nesse livro. Mãe babaca? Check. Problemas com drogas? Check. Estupro? Check. Inveja? Check duas vezes.

A sensação que eu tive é que a Kristen pegou todos os clichês possíveis e colocou na história da Tully e sua melhor amiga, Kate. As duas se conhecem em uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos na década de 1970, depois que a Tully - que, claro, é muito popular bonita e famosa entre os meninos – passa por um momento bem complicado. Imediatamente, elas se tornam amigas e o livro segue a história da duas pelos próximos 30 anos.

Não me entendam mal, a ideia do livro é bem bacana e o livro tem sim, momentos muito interessantes. Principalmente porque a Tully e a Kate tem uma amizade muito bonita e as duas meio que se completam. O tanto que a Tully é extrovertida, a Kate é tímida e por aí vai. As duas definem bem aquela história de que ‘amigos são a família que a gente escolhe‘.

Porém, tiveram muitos momentos no livro em que eu ‘revirei os olhos‘, talvez por conta do andar da carruagem, talvez por conta da linguagem da autora, que parecia um pouco engessada, talvez pelo que estivesse acontecendo no momento com as personagens. Lembram de Starters? Tive alguns problemas com a narrativa ali também e senti que em Amigas para Sempre isso se repetiu.

Interessante que, quando comecei a ler o livro, não imaginei como ele poderia terminar. Normalmente sempre podemos ter uma ideia de como um livro vai chegar ao fim, mas com esse não conseguia pensar num ponto final. Apesar de todos os pequenos problemas que me incomodaram demais, gostei bastante do fim e de como esse fim aconteceu. Poderia ser, talvez, menos… clichê (por falta de uma palavra menos), mas entendi bem a vontade da autora em colocar na obra um tema que era muito próximo da sua vida real. E achei que o fim foi bastante digno, levando em conta a história como um todo.

Também achei interessante, apesar de ver algumas dificuldades na evolução do texto, ver como a amizade da Tully e da Kate evoluiu e se adaptou ao longo do tempo. Tully se tornou uma eterna workaholic, enquanto Kate largou tudo para cuidar da família. Outro ponto que eu achei bacana é como elas contam o seu lado da história, as coisas boas e ruins de cada um e como isso simplesmente faz parte da vida, cabe a nós encontrar o equilíbrio.

Honestamente, não sei se recomendo a leitura. Ela é bem levinha, bem fácil e se você busca um livro para distrair, isso é o que você procura, com certeza. Fora isso, acredito que não foi o mais legal que li nos últimos tempos.

Ficha técnica
Amigas para sempre
Kristin Hannah
448 páginas
Editora Arqueiro

Alguém leu e curtiu?

Maki

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29 de outubro de 2014

Inspiração de maquiagem para o Halloween: La Catrina

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Confesso que nunca entendi muito bem porque aqui no Brasil algumas pessoas fazem comemorações de Dia das Bruxas (na escola até que era legal, mas depois disso perdeu um pouco a graça para mim – nunca fui de me fantasiar). Sei que a tradição do dia de Gostosuras ou Travessuras é muito mais forte nos Estados Unidos, e, lá sim, acho muito bacana a forma como as pessoas se empolgam DEMAIS com as fantasias e maquiagens (quem lembrou de Meninas Malvadas diga EU!).

De qualquer maneira, dia 31 está chegando e se você pretende mesmo comemorar – com uma festinha em casa com os amigos ou festão na balada mesmo – uma ideia de maquiagem eu acho simplesmente maravilhosa é a da La Catrina, com base no feriado mexicano, o Dia de Los Muertos.

caveira-mexicana-2Foto: Pinterest

Você com certeza já viu as caveiras mexicanas em muitos lugares por aí, mas talvez nunca tivesse ligado uma coisa a outra. No México, essa celebração do Dia dos Mortos começa no dia 31 de outubro e vai até 2 de novembro, coincidindo com o dia de Finados. Originalmente, a tradição é indígena, vindo lá dos tempos dos astecas, e basicamente, celebrava a morte dos antepassados e guardava os crânios dos mortos, vistos como troféus, que então eram mostrados durante os rituais de celebração da morte e do renascimento.

Obviamente, com a chegada dos espanhóis católicos, a pratica foi adaptada (principalmente porque os espanhóis abominavam essa coisa de guardar os crânios) e começou a ser comemorada nos moldes do que conhecemos hoje. A caveira, curiosamente, representa tanto as rimas criadas para homenagear a data quanto às caricaturas de esqueletos, também chamadas de La Catrinas. Esses desenhos, basicamente, representam uma versão ‘festiva‘ de um esqueleto de uma dama da alta sociedade, mostrando que na morte todo mundo é igual. É daí que vem essas maquiagens super elaboradas (e lindas!).

caveiras-mexicanas-1Fotos: Pinterest

A La Catrina original sempre aparecia também com um chapéu, símbolo da alta sociedade, então, é bastante comum as mais tradicionais usarem esse acessório ou mesmo grandes flores e arranjos na cabeça. É, realmente, uma representação humorística da morte, porque o feriado era uma verdadeira festa.

Já vi maquiagens com essa inspiração que são simplesmente maravilhosas e, se você não quiser usar uma fantasia completa, só a maquiagem em si já o suficiente para impressionar. Aliás, tutoriais com esse look não faltam no Youtube, e a ideia é justamente misturar o lado fúnebre da caveira (a brancura dos ‘ossos‘) com os detalhes coloridos. Fica maravilhoso!

O que vocês acham?

Maki

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28 de outubro de 2014

Telinha: Selfie

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Pronto, terceira e última série desta fall season que eu apresento por aqui (por enquanto!). Selfie não entrou na primeira lista de séries que estou acompanhando, porque só lembrei que ela estrearia depois de fazer o post, por isso, comecei a seguir depois também.

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Assim como Red Band Society (porém, em um nível diferente), Selfie é uma série bastante leve e divertida, com duração de meia hora, que conta a história de Eliza Dooley, uma jovem nos seus 20 anos que é completamente viciada no smartphone e todas as coisas maravilhosas que ele traz (como likes no Instagram). Eliza, interpretada pela maravilhosa da Karen Gillan, que fez a Amy em Doctor Who, era uma ex-perdedora na escola que cresceu e apareceu e agora vive pelos seus fãs nas redes sociais, mas não tem nenhum amigo na vida real.

Daí que nossa querida Eliza acaba vítima de um viral bastante vergonhoso e percebe que, talvez, precise de uma repaginada para fazer amigos e ter uma vida melhor, porque, afinal, quando ela ficou doente nenhum dos seus amigos online estavam realmente preocupados com ela. Para isso, ela pede ajuda para Henry Higgs, papel de John Cho, que é o maior gerente de marketing/reposicionamento de produtos da empresa de farmacêutica em que os dois trabalham. Pronto. It’s a Match!

Eu, honestamente, estou gostando bastante da série. A Karen é maravilhosa no papel de Eliza, tanto por conseguir pegar muito bem o espírito da ~moçada~ dos dias de hoje, como para incorporar muito bem a cultura norte-americana, já que ela é escocesa (AMO o sotaque escocês).

A série tem um humor bastante irônico e divertido, piadas bem escritas e algumas tiradas muito boas e eu estou gostando muito da brincadeira com os extremos que são a Eliza e o Henry, afinal, como uma série humorística, era de se esperar que eles tratassem os estereótipos bem extremados, não é?

Confesso que não sei até que ponto a série vai continuar no ar. O que me dá um certo medo, porque eu gostei muito da premissa e outras muito piores – na minha humilde opinião – continuam na TV enquanto outras legais – de novo, na minha humilde opinião – são cortadas cedo de mais. Mas, é verdade, talvez seja bom aproveitarmos enquanto podemos.

Aliás, fica bem claro que Selfie é como uma versão moderna e adaptada de My Fair Lady, filme de 1964 estrelado por Audrey Hepburn. No filme, Eliza Doolittle é uma mulher de rua que vende flores e conhece um professor, Henry Higgings. Ele então faz uma aposta com um amigo dizendo que consegue transformar a então mendiga em uma jovem da alta sociedade em dois meses.

Até os nomes dos personagens entre a série o filme são muito semelhantes, ? A maior diferença é que na série não existe aposta alguma e quem vai atrás de ajuda é a própria Eliza.

Enfim, é um programa bem amorzinho e bastante divertido de ver, caso você busque algo mais leve, para distrair mesmo. Alguém já viu e gostou?

Maki

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27 de outubro de 2014

Sem maquiagem até em capa de revista

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Trabalhando no ramo em que eu trabalho atualmente (que é entretenimento/moda), tenho muito contato com capas de revistas e editoriais de moda. Por isso, não é de espantar que eu tenha uma atenção redobrada quando esse é o assunto, até porque faz parte do meu trabalho.

Uma coisa que eu percebi muito esse ano é que a bandeira do ‘somos todas lindas‘ está cada vez mais alta. Verdade, maquiagem ajuda a dar aquele ‘up‘ no visual, às vezes nos faz sentir mais bonitas e arrumadas, mas a verdade é que todas podemos amar maquiagem, porém não PRECISAMOS dela para ficarmos bonitas. Entendem a diferença? Maquiagem é um acessório, como um brinco ou um anel. Mesmo sem eles, somos lindas e digníssimas de dominar o mundo.

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Um movimento bacana, porém ainda um pouco pequeno, que tenho percebido há alguns anos (sim, anos), são revistas que têm levantado essa bandeira de alguma forma e colocado celebridades sem maquiagem nas suas capas. Elas fazem isso para acabar naquela comparação de ‘famosas com/sem maquiagem‘? Claro que não! Mas sim para mostrar que mesmo uma celebridade de Hollywood não tem medo de mostrar a cara limpa na capa de uma revista (que, em tempos de internet, fica para sempre no planeta Terra).

A capa mais recente que foi a da Kerry Washington, a Olivia Pope de Scandal, que está maravilhosa com pouquíssima make no rosto na capa da Allure. Mas ela não foi a primeira. Antes dela, Penélope Cruz posou para a Elle, que é uma das maiores revistas de moda do mundo, diga-se de passagem, de cara limpa, e saiu maravilhosa mesmo assim! Jessica Simpson ficou sem maquiagem para a Marie Claire, e a top Eva Herzigova fez como Penélope e foi clicada para a Elle.

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E, vocês podem me perguntar, por que isso é legal? Porque mostra que até mesmo os veículos de comunicação, mesmo que de pouco em pouco, têm questionado os padrões absurdos aos quais somos submetidas ultimamente. Tudo bem sair sem maquiagem um dia da semana. Você não vai ser queimada em praça pública, muito menos vai perder o emprego por causa disso.

Acho que é uma reflexão mais do que interessante a ser feita. Isso, claro, ao lado de uma série de projetos legais como a tag #terçasemmake do Girls With Style, que fala justamente sobre isso: você não precisa de maquiagem para ser linda, mas se quiser usar, tudo bem! É o seu direito de escolha.

Até mesmo a revista Glamour brasileira entrou na ‘brincadeira‘ e fez um ensaio fotográfico bem bacana com famosas sem maquiagem (chamado De Cara Lavada!). Parece que, de grão em grão, a galinha está enchendo o papo, ? Para mim, isso é, com certeza, um passo mais em direção à liberdade feminina. Porque, querendo ou não, estamos enclausuradas por uma série de padrões que querem que sejamos iguais às capas de revista. Mas tudo bem se elas também mostrarem uma mulher real, não é mesmo?

O que vocês acham desse movimento?

Maki

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