21/08/2014

Leitura da Semana: Roube como um artista, Austin Kleon

Vi uns cinco ou seis posts em outros blogs antes de finalmente comprar Roube como um artista – 10 dicas sobre criatividade, de Austin Kleon. Estou em um momento de buscar muitas influências positivas e materiais que incentivem a criatividade, por isso, essa foi uma aquisição incrível para a minha biblioteca particular!

roube-como-um-artista

O livro inteiro é totalmente diferente, seja de tamanho, seja de formatação. Ele varia entre as fontes enormes que marcam os capítulos até os desenhos gracinhas que ilustram o tema em questão. O mais legal de tudo é que a leitura é muito leve e passa voando. Se você estiver empenhada, em uma tarde consegue terminar o livro com tranquilidade.

A escrita do Austin é muito simples e divertida e é fácil entender tudo o que ele fala. Basicamente, Roube como um artista dá um manual para que você, , roube como um artista. Explico: a ideia do Austin é que todo mundo precisa roubar (no sentido figurado, sim?) inspirações e ideais alheias como uma forma de desenvolver a sua própria. Ele divide o mundo nas coisas que valem ser roubadas e nas que não valem, assim deixado de lado essa noção um tanto quanto ultrapassada daquilo que é bom e ruim.

Ou seja, segundo o autor, absolutamente nada do que é criado, no mundo, é realmente original. As pessoas simplesmente não conseguem identificar todas as referências que estão naquele projeto de forma a entender como o artista saiu de um roubo inicial para chegar na ideia completa.

Uma das frases mais incríveis que eu li nesse livro é a seguinte: Você é a soma das suas influências. Percebe como isso é poderoso? O que eu sou vem tudo aquilo pelo qual eu escolho me rodear: músicas, filmes, revistas, amigos, estudos, familiares, e assim por diante.

roube-como-um-artista-2

E é isso que faz um bom artista: aquela pessoa que coleciona, que rouba, só aquilo que ama para usar de influência no seu trabalho e na sua vida. O livro conta com uma série de anedotas e frases incentivadoras, e confesso que tem tido muita influência nessa minha fase de inquietação (que me faz pensar o tempo inteiro em começar absolutamente tudo do zero!). Com isso, o autor passa uma série de dicas (e não regras, veja bem!) para que você mesmo se torne uma pessoa mais criativa, uma pessoa que saiba aproveitar melhor as suas influências para, consequentemente, melhorar o seu trabalho.

É um livro maravilhoso, curtinho, baratinho, e que, na minha opinião, vale demais a leitura. Se você tem se sentido estagnada criativamente, isto é, com poucas ideias, desanimada, desmotivada, esse livro pode ser uma poderosa fonte de inspiração. É um livrinho porreta, como diria minha avó.

Ficha técnica: 
Roube como um artista
Austin Kleon
160 páginas
Editora Rocco

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20/08/2014

Teste: Volum’ Express, Maybelline

maybelline-1Eu gosto muito das máscaras para cílios da Maybelline, acredito que são bem práticas, de boa qualidade e com uma durabilidade bem bacana. Por isso, quando o rímel que eu estava usando acabou, logo parei em um dos quiosques da marca para comprar um novo. Já testei alguns produtos da casa, no entanto, preferi comprar uma  máscara diferente, a Volum’ Express, para experimentar.

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Você muito mais bonita e na moda com a Máscara para Cílios Volum Express da Maybelline!
Com ela os seus cílios ficam 3 vezes mais volumosos, proporcionando um olhar intenso e profundo.
A Máscara Volum Express é lavável e essencial para as mulheres que vivem na correria do dia a dia e não têm tempo de ficar retocando a maquiagem.
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A máscara vem em uma embalagem bastante padrão para a marca, não é? Nada muito diferente aí. Eu comprei a versão que não é à prova d’água porque tenho pavor de ficar esfregando os olhos para tirar a maquiagem. Fora a irritação que isso deixa, ? Se, às vezes, com máscaras normais eu tenho esse problema, imagina com os resistentes!

maybelline-2

De qualquer maneira, eu gostei do resultado, mas não amei. Não é nada comparado ao efeito da Colossal, por exemplo. Não sei se ela realmente dá três vezes mais volume aos cílios, mas até que o efeito final fica bacana. Tenho usado direto no dia a dia porque ela marca os olhos, mas não tanto, por isso não fica uma coisa muito gritante ou incômoda (o que não me agrada para um dia de trabalho, já que eu uso óculos!).

Ele espalha bem bem fácil e esse efeito mais volumoso é instantâneo, apesar de discreto. Uma camada só faz a diferença (eu passo três, sempre – e isso para qualquer máscara!) e os cílios não ficam gigantes a ponto de manchar as lentes (odeio quando isso acontece!).

maybelline-3Sem nada e com três camadas da Volum’ Express

Na hora de tirar, sinto um pouco do drama que comentei ali em cima. Uso diariamente um demaquilante bifásico da Nivea (um dos preferidos da vida!) e tenho um pouco de problema para tirar essa máscara. Normalmente passo o produto de duas a três vezes para conseguir remover por completo. E mesmo assim tem vezes que eu ainda acordo com um pouco ‘panda‘. A boa notícia, levando esse ponto em consideração, é que ela dura bem o dia inteiro e os cílios ficam exatamente iguais à hora que eu passei o rímel pela primeira vez.

Não é a minha máscara preferida da marca, mas é um produto bem digno para usar durante a semana ou até mesmo para deixar na bolsa para um make de última hora. E o preço não é dos mais caros, paguei R$31,90.

Avaliação final: três coraçõezinhos.

Alguém já usou e gostou?

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19/08/2014

Telinha: Buffy, a Caça-Vampiros

Sinto que estou pouco a pouco voltando no tempo. Primeiro foram os mangás, depois Keds e, agora, Buffy, a Caça-Vampiros. Não fosse a minha idade real eu poderia jurar que estava nos anos 1990 de novo. Déjà vu.

Há umas semanas, eu estava de bobeira em casa doida para ver alguma coisa diferente e o Netflix, esse lindo, sugeriu que eu visse Buffy segundo o meu gosto por Bones. Acontece que já tinha visto a série quando ela foi ao ar originalmente  - entre 1997 e 2003 -, mas me senti compelida a ver de novo porque era uma das minhas prediletas na época. Dito e feito, duas temporadas e meia depois (ela tem sete, no total), já estou viciada novamente.

buffy-a-caça-vampiros

Se você não conhece a série eu conto um pouquinho: ela segue a vida de Buffy Summers, papel de Sarah Michelle Gellar, uma adolescente que é conhecida como A Escolhida, ou seja, a jovem destinada a caçar vampiros e outros seres malignos o resto da vida. A história começa quando a Buffy já está ciente dos seus dons e muda para Sunnydale, também conhecida como HellMouth (Boca do Diabo), um lugar que, como o apelido diz, é basicamente o centro do inferno.

Lá, Buffy conhece o seu novo Sentinela, Rupert Giles (interpretado por Anthony Stewart Head). Giles é basicamente o responsável por todo o treinamento e ajuda tática da Caça-Vampiros, é ele que descobre quem são e o que querem os tais monstros que vivem em Sunnydale. Além disso, ela também faz dois grandes amigos que passam a fazer parte do seu ‘círculo secreto’, Willow (Allison Hannigan) e Xander (Nicholas Brendon). Para completar, a série conta ainda com o misterioso Angel, interpretado pelo muso desse blog lindo, David Boreanaz.

Lembram quando eu falei de Bones e contei um pouquinho sobre a minha obsessão pelo David? Pois bem, foi aí que ela começou. Porque é simplesmente IMPOSSÍVEL resistir ao Angel. IMPOSSÍVEL!

Agora, uma coisa que é importante em Buffy: 1) se você nunca viu, é melhor começar a assistir desconsiderando tudo o que você já viu sobre vampiros (como séries e filmes); e 2) essa não é uma história feliz e bonitinha. Essa série foi o primeiro contato que eu tive com histórias com vampiros e é basicamente o que eu uso de medidor para as demais (shame on you, Crepúsculo). Honestamente, nesse aspecto o programa é muito legal porque mistura não só os mitos sobre vampiros, como também mitologia de uma série de outras culturas para os demais monstros.

E não é uma série feliz porque, apesar dos personagens principais serem adolescentes cheios de sonhos e esperanças, eles sofrem. Sofrem MUITO. Mas, se é que isso é possível, é um sofrimento bonito. Uma coisa de evolução de personagem e que sempre condiz com a história. Sempre achei que Buffy é uma das poucas séries de televisão que realmente seguiu do começo ao fim a sua premissa principal, não tentou de forma alguma encontrar falhas na história para dar um final considerado feliz para a Buffy. E acredite, não foi por falta de choro dos fãs.

Levando em conta isso, porque vale a pena ver? PORQUE É ANIMAL! Pura e simplesmente uma das melhores séries que eu já vi e até agora não consigo acreditar que passei tanto tempo sem fazer uma maratona de todas as temporadas. Lembro que vi tudo até o final, mas confesso que fiquei meio desanimada quando um dos personagens que eu mais gosto deixou a trama e, desde então, eu desencanei de seguir com tanto afinco. É isso que dá se apaixonar por personagens fictícios.


Não consegui encontrar o trailer original da série, mas achei esse que é bem legal – e tem uma pegada meio trailer de cinema! 

Com certeza Buffy, a Caça-Vampiros é cheia de surpresas e vai para sempre morar no meu coração (agora ainda mais porque eu redescobri o amor). Vale a pena mesmo ver. O mais legal é que a série já acabou então não tem que sofrer porque os episódios vão levar mais mil anos para chegar no Brasil. Gente, como eu sofria com isso! Naquela época a internê ainda não era tão maravilhosa a ponto de poder baixar os episódios assim que eles estreavam nos EUA. TENSO.

Enfim, alguém já viu e gostou? Vocês também são fãs? Já pode todo mundo correr pro chat do Uol mais próximo comentar o episódio da semana?

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18/08/2014

Amo do momento: Keds

Eu sempre fui fã de All-Star. SEMPRE. Minha adolescência se resumiu a usar os tipos mais variados: de cano alto, coloridos, de velcro… Mas uma parte da minha infância foi muita marcada pelo bom e velho tênis Keds branco. Há um tempo, quando soube que os Keds voltariam para o Brasil não liguei muito, até que comecei a ver na minha cabeça várias ideias de looks com um deles.

keds-1Foto: Lookbook Tonya

Por isso, tenho juntado fotos de produções com esses tênis gracinhas (até já comprei um – mostrei lá no Instagram do blog!) para guardar como inspiração e trouxe algumas delas para vocês.

keds-2Fotos: Lookbook Joana, Jennifer e Tricia

A ideia que eu mais gosto é a mais básica também: calça jeans, camiseta branca e Keds, com uma bolsa à tiracolo. Com certeza, um visual que eu ainda vou usar muito, porque é simples e muito confortável. Porém, tem produções muito legais para variar, combinando camadas, por exemplo, para o inverno:  com uma camisa, uma malha e sobretudo por cima. Elegante e ótimo para o dia a dia (e para o frio polar que fez em São Paulo na última semana).

keds-3Fotos: Lookbook Kristine, Kryz e Glena

Para quem ama saia, também dá para combinar com esse tipo de tênis, que eu vejo como um modelo mais feminino e delicado. Gostei muito dessa combinação da meia calça com meia sete oitavos, malha e cachecol. Bem aconchegante para os dias muito frios, sem deixar de ser estiloso. Já para o verão, nada como um shorts de cintura alta (desejando muito!) e uma camisetinha para combinar. Fica uma graça! Gosto também da ideia de uma parca colorida, como nas fotos, para dar um ar mais divertido para o look. E, claro, vestidos e saias soltinhas também não fogem à uma combinação bonitinha com Keds

Deu para perceber que é um super coringa, não é? É muito fácil combinar com as mais diferentes peças. Claro que, vale lembrar, tênis são calçados bem mais descontraídos, por isso não servem para todas as ocasiões (como um casamento ou para quem trabalha em um escritório de advocacia). No entanto, para os finais de semana ou para as pessoas que trabalham em um ambiente mais informal e que pedem certo conforto por conta da grande mobilidade (tipo eu), é uma ótima opção!

Vocês gostam de Keds? Já usaram ou usariam agora?

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13/08/2014

E a próxima Audrey Hepburn é…

… Sua neta, Emma Ferrer! Ou, pelo menos, é isso o que a mídia lá fora está falando. Essa semana foram liberadas novas imagens da próxima edição da revista Harper’s Bazaar norte-americana, em que Emma faz o seu debut como modelo.

neta-audrey-hepburn-1

Se você não sabe, Emma é filha do filho mais velho de Audrey, Sean, e mantinha uma vida até que bem afastada dos holofotes até agora, quando decidiu posar para a revista com um visual bem glamuroso e que me lembra bastante o estilo da própria Audrey. Claro que tudo não faz parte da montagem do editorial para que ela lembre a avó, também um dos assuntos principais da entrevista, mas isso não muda o fato de que é possível, sim, ver muito da atriz na neta (como nessa primeira foto!).

Uma das coisas que eu achei mais legal no ensaio: as fotos foram feitas por Michael Avedon, neto do fotógrafo Richard Avedon. E por que isso é legal? Porque Audrey foi, por muitos anos, uma das maiores musas de Richard, além de sua principal inspiração para diversos trabalhos. Interessante, não? Esse ensaio é tipo Inception!

Realmente, em alguns cliques achei Emma parecidíssima com a estrela de Bonequinha de Luxo, mesmo a ligação não sendo tão direta quanto a de mãe e filha, por exemplo. Apesar disso, Emma nunca conheceu a avó, que morreu um ano antes dela nascer, em 1993.

As fotos ficaram lindas, não acham?

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