22/04/2014

Para ver: Divergente

ALÔ, MINHA GENTE QUE FILME MARAVILHOSO! (Sim, nesse nível de empolgação)

No último feriado, entre um plantão do trabalho e outro fui assistir o filme Divergente, que eu estava ansiosíssima para ver desde que terminei o primeiro livro de Veronica Roth e soube que iam transformar em filme. Tava tão animada no cinema que não consegui nem conter os meus ataques de faniquito.

divergente

Eu sou bastante rígida e cética quando o assunto são adaptações para o cinema, porque dificilmente os longa-metragens acertam o tom do livro (sou dessas). Tanto que a frase ‘o filme é melhor que o livro‘ em pouquíssimas ocasiões fez parte do meu vocabulário. Mas, confesso, Divergente está bem pau a pau.

Um dos meus problemas com o livro, originalmente, é que a personagem Tris é um pouco… Chata, digamos assim (para mim, ela fica insuportável no segundo livro). Porém, a Shailene Woodley fez a heroína um pouco mais tolerável, ao meu ver, sem perder a essência geral do papel.

Theo James (que está de parabéns simplesmente por ser maravilhoso) também ganhou pontinhos positivos pela sua interpretação do Quatro, que é, em si, muito amor nessa vida. Li em uma entrevista que o ator propositalmente não quis ficar super amiguinho da Shailene no começo das filmagens para passar a frieza do papel no começo da história. E achei que ele mandou muito bem, porque é beeem legal ver a evolução do relacionamento dele com a Tris.

Kate Winslet (diva desse planeta, junto com tantas outras) conseguiu fazer a Janine uma pessoa ainda mais odiável do que ela é no livro (se é que isso é possível) e fiquei impressionada com o cinismo da personagem no cinema. Fora que tem uma cena com ela no filme (e, que já adianto, não tem no livro) que é FENOMENAL e eu quase morri de nervoso quando vi.

O filme em si ficou muito bacana. Tanto a fotografia da cidade, toda destruída, até os locais onde as facções ficam, o vestuário de cada uma delas e a interação entre os personagens. Quem for para o cinema esperando alguma coisa meio Crepúsculo, com mil cenas de amor e tals, pode esquecer, porque o filme é bem fiel ao livro nesse aspecto.

Algumas partes da obra escrita pela Veronica, no entanto, fizeram um pouco de falta. Quem assistir o filme vai saber do que eu estou falando, mas, no geral, achei incrível (beijos, já vi duas vezes!) e adorei as cenas de ação. Uma delas aliás, acabou maior do que eu imaginei inicialmente e a pancadaria é tão forte que eu fiquei meio chocada, porque não tia entendido esse nível de briga no livro. Mas é claro que o filme tem que ter um pouquinho mais de ação para chamar a atenção.

Quem também já viu e surtou?

 

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21/04/2014

A nova fase de Emma Stone

Quem acompanha o blog mais de perto sabe que eu tenho certo amor pela Emma Stone. Este ano ela começou com a divulgação do segundo filme da franquia O Espetacular Homem-Aranha (tô DOIDA para ver!), e eu fiquei de olho nos looks que ela escolheu porque sempre adorei a forma como ela se veste.

emma-1Fotos: Just Jared

Desde sempre percebi que a Emma gosta de umas produções um pouco mais dramáticas para o tapete vermelho, apesar de vez ou outra optar por peças um pouco mais simples. Achei que, este ano, ela levou esse gosto pelo drama a um nível mais alto, com modelitos bem diferentes e que me chamaram bastante a atenção.

Apesar de eu mesma ser fã da simplicidade e do minimalismo, tenho adorado esses looks bem diferentes, com destaque especial para as peças estampadas ou  mais coloridas, como o vestido Chanel, e o vestido de couro (!) preto tomara que caia da Lanvin. Duas peças que me marcaram bastante nessa turnê nova.

emma-2Fotos: Just Jared

Eu tenho a sensação também, desde o ano passado, que os anos 1990 tem voltado com certa força para o mundo da moda, e achei que a Emma demonstrou bem essa tendência com esse conjunto da Saint Laurent. O blazer oversized é muito a cara da década de 90, apesar de calça mais ajustadinha, no estilo skinny, dar um ar um pouco mais moderno para o visual.

Esse vestido amarelo da Versace é um dos meus visuais preferidos dessa temporada de divulgação, assim como o conjunto branco e rendado da Dolce & Gabbana. Confesso que não resisto mesmo à uma renda e caio de amores por peças brancas (apesar de ter certo medinho de usar, porque desestrada como sou, é capaz de eu derrubar molho vermelho em tudo!).

O que vocês acharam desses looks da Emma?

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17/04/2014

Feminismo, mercado de trabalho e uma inspiração

Quando soube que a Sheryl Sandberg, chefe de operações do Facebook, escreveu um livro sobre mulheres no mercado de trabalho, chamado Faça Acontecer, fiquei bastante curiosa para ler. Fiquei mais curiosa ainda depois que vi a polêmica que ele estava causando mundo afora.

sheryl-2

Se você não sabe quem a Sheryl é, faça o favor de dar já um Google na moça. Ela é simplesmente uma das mais altas executivas da rede social, já foi vice-presidente de operações e vendas do próprio Google e trabalhou no Departamento do Tesouro norte-americano durante o governo Clinton. Ou seja, a carreira dela não é brincadeira!

Acredito que, de uns dois anos para cá, a palavra ‘feminismo’ tem aparecido cada vez mais na mídia e a briga pela igualdade de direitos de gênero voltou à pauta com uma força ainda mais notável (porque, sejamos sinceras, a luta nunca parou, nem deve parar). Sempre fui a favor de direitos iguais para todos (homens e mulheres, independente de classes sociais, cor da pele ou religião), mas a palavra ‘feminismo‘ me parecia um rótulo um pouco extremo (agora, isso já mudou e eu me considero, sim, uma feminista).

O que existe de mais polêmico no livro da Sheryl, na minha opinião, é que ela simplesmente coloca as coisas como ela são de verdade. Ela pontua cada um dos dados sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho com pesquisas, relatórios e fatos verídicos e comprovados das mais diversas maneiras e isso, por si só, é algo que pesa muito. Saber que são poucas as mulheres na política é uma coisa. Mas saber que, no Brasil, apenas 9,6% das cadeiras no Congresso são ocupadas por mulheres é um choque muito maior.

Mais do que isso, a Sheryl pontua que, por mais que as mulheres tenham tido um avanço em seus diretos muito grande, nos últimos dez anos essa situação se alterou pouco (e isso sendo simpática). Por conta disso (e de todos os outros milhares de dados que ela cita), o livro me interessou muito e me revoltou mais ainda.

Além de falar do básico, a autora, que é mãe de família, diga-se de passagem, explica como fez para conciliar trabalho e a vida familiar e ainda cuidar próprio casamento. Parece uma vida perfeita, não é? Muito pelo contrário, Sheryl mostra que, como um ser humano do sexo feminino, ela levava na própria mente a noção de que, por ser mulher, deveria dar conta de tudo, sem reclamar. E mais, ainda, deveria, principalmente, ser uma mãe presente e, com o perdão dessa palavra que assombra todas nós, ‘perfeita‘. E a verdade é que isso não existe. Não existe perfeição em lugar nenhum do mundo, para ninguém.

Talvez a verdadeira polêmica esteja não só nos dados que a Sheryl fala, mas também em como ela aponta que as próprias mulheres são responsáveis por divulgar uma ideia machista e retrógrada de como a mulher do século XXI deve viver a sua vida. Graças às liberdades que conseguimos lá atrás, hoje em dia deveríamos ter a chance de sermos quem quisermos, como quisermos, e não tentar manter viva uma noção totalmente irreal.

As escolhas de cada uma são, justamente, as escolhas de cada uma e isso deve ser respeitado. Assim como nós, mulheres, devemos nos respeitar e estabelecer limites para aquilo que queremos fazer, devemos fazer e o que as pessoas querem que a gente faça. Vivemos no piloto automático tentando agradar à sociedade cumprindo o que é a ideia utópica de nosso papel social, mas a verdade é que esses papeis mudaram e a vida, hoje em dia, não é a mesma que há 50 anos atrás.

Por isso eu digo: leiam Faça Acontecer. O livro é cheio de pontos pertinentes e argumentos que me fizeram repensar a maneira como faço uma série de coisas no dia a dia e como eu espero levar a minha carreira (e, por extensão, a minha vida pessoal) daqui para frente.

Ficha técnica:
Faça Acontecer
Sheryl Sandberg
288 páginas
Companhia das Letras

Alguém por aí já leu?

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16/04/2014

A nova Rachel Berry e uma inspiração de moda

Confesso que depois do episódio em homenagem ao Cory Monteith, parei de ver Glee. Honestamente, achava muito triste ver a série sem um dos meus personagens favoritos e a história toda ficou triste demais sem ele. Fora que aquele episódio é cortar o coração de qualquer pessoa.

Mesmo assim, depois de muita insistência, dei uma nova chance para a série e voltei a vê-la (depois de começar a quinta temporada de novo e rever o episódio do Cory - porque, aliás, eu nunca vou entender). Uma das coisas que mais tem me chamado atenção nesta temporada mais recente é o guarda roupa da Rachel.

rachel-1

Quem acompanha a série sabe que na quarta temporada ela passou por uma transformação no visual. Apesar de sempre ter sido maravilhosa, Lea Michele ficou ainda mais incrível no papel com peças de roupa que valorizam de verdade o seu corpo . 

Muito da inspiração que eu tenho hoje para me vestir tem vindo dela. Adoro a forma como ela abriu mão totalmente dos vestidos de comprimento estranho (beijos Rachel da 1º temporada!) para usar as saias e shorts curtos com meias sete-oitavos (benditas!) e sapatos de salto alto. As produções dela estão incríveis e tenho me apaixonado cada vez mais.

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Além do desfile de sapatos lindos que ela tem feito na série também, ando bem apaixonada pela combinação de shorts ou saia com blusas de manga longa, sendo algumas até bodys, tenho certeza. Fica muito lindo! E estou cada vez mais tentada a comprar uma meia dessas para usar no inverno. Vocês apoiam?

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Um amor em particular dessa nova fase da personagem é o trench coat roxo. Que peça mais maravilhosa, minha gente! Querendo um desses para ontem! E também um gorrinho mostarda desses porque é uma graça! Tudo bem que não acho que fique bem de gorros, mas isso é outra história totalmente diferente!

O que vocês acham? Gostam das roupas dela?

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15/04/2014

Os melhores shows que eu já vi

Daí que escrever o post sobre o Coachella me fez lembrar todos os shows que eu já assisti na vida (foram muitos viu!) e como eu amo de paixão a sensação de estar lá, no meio da galera, curtindo as músicas que eu mais amo no mundo e vendo, de pertinho, aquele cantor ou banda favoritos. Nada no mundo supera o arrepio que eu sinto quando escuto uma das minhas músicas preferidas cantadas por um mundaréu de gente.

mcflyBeija eu, Danny! O Mcfly no Z Festival de 2012

Então, como são muitos shows, elenquei os cinco que mais me marcaram. Vamos à eles:

show-1Não adianta me fazer escolher, quando o assunto é McFly qualquer show deles é o meu preferido. Não teve um (fui em três até agora) em que eu não cantei, pulei e me descabelei feito a maior fangirl do mundo (o que, quando se fala deles, eu sou mesmo). Talvez o mais marcante tenha sido o de 2011, no HSBC Brasil. Na época eu estava enlouquecida com o trabalho de conclusão de curso da faculdade e me joguei tanto naquele show (de dançar e de chorar, diga-se de passagem) que acordei no dia seguinte como se tivesse sido atropelada por um caminhão.

show-2O Keane é uma daquelas bandas que eu tinha certeza que só eu gostava porque nunca ouvia ninguém falar deles. Aí eles abriram o show do Maroon 5 e foi uma loucura tão insana com a banda que logo depois eles voltaram para um show só deles, que foi uma coisa tão maravilhosa que até hoje eu fico meio descrente de lembrar. O coro de Somewhere Only We Know foi tão incrível que até hoje, se escuto a música, fico inteirinha arrepiada. Fora que o carisma da banda e a energia do show foram tão maravilhosos que era impossível não colocá-lo nessa lista.

show-3Se eu não tivesse me comprometido a fazer uma lista dos melhores shows que eu vi na vida até agora eu colocaria essas três primeiras posições em uma só. O dia do show do Maroon 5 foi um dos melhores da minha vida, até porque o Keane também se apresentou. Foi um momento tão sem noção de animal que eu nem sei como sobrevivi para contar a história no dia seguinte de tanto que me descabelei. Fora que tinha Adam Levine, né, minha gente, e ele por si só e motivo mais que suficiente para entrar no ranking.

show-4Podem me chamar de clichê, mas, sim, eu curto demais U2. E o show deles foi sim um dos melhores que eu já vi na vida, até porque foi o da turnê 360º e eu vi o Bono de todos os ângulos possíveis. Foi o primeiro show que eu fui sozinha na vida (juro pra vocês!) e eu cantei, dancei e me emocionei um monte. Foi muito libertador. Fora que 90 mil pessoas cantando junto I Still Haven’t Found What I’m Looking For foi uma das coisas mais INSANAS que eu já presenciei na vida. Sem brincadeira.

show-5Ecletismo, teu nome é Maki. Sim, eu sei que Jonas Brothers aparece como um peixe fora d’água aqui, mas esse foi o primeiro show que eu fui acompanhada da minha melhor amiga e um dos mais memoráveis porque foi a primeira vez que fui a um show em estádio (só gostar de banda roots dá nisso!). O mais engraçado é que na época eu tinha lá meus 21 nos e a Má tinha 20 então eramos duas adultas no meio de todos aqueles adolescentes/crianças que, os pais que me perdoem, não sabiam nem metade das letras e ainda olharam estranho o tanto que a gente dançou e cantou. Foi legal demais.

B-B-B-B-B-B-B-B-B-B-BONUS ROUND! (ai, como eu sou besta!)

show-6Eu guardo a vez que fui no Z Festival muito bem guardada no meu coraçãozinho, porque aquele dia foi só amor. Tiveram três shows que eu amei demais: Demi Lovato (que parecia meio deprê no dia – foi logo depois dela sair da rehab -, mas ainda assim, valeu a pena), Hot Chelle Rae (acho que nunca dancei tanto em toda minha vida) e McFly, o principal motivo de ter ido no festival (e que dispensa comentários, ?).

E uma curiosidade: o primeiro show que eu fui na vida (tipo, ever mesmo) foi do CPM 22 lá no Guarujá, onde costumava passar férias com os meus pais. Eu tinha uns 14/15 anos e fui com a minha prima. Também foi a primeira vez que eu fui para uma ‘balada‘ (onde o show ia acontecer). Lembro até que fui de salto (!!!), com uma sandália da Melissa (!!!!!!!!!!) me achando super adulta. Bons tempos.

Vocês curtem shows? Qual o melhor que vocês já foram?

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